CARACTERIZAÇÃO DO BEM-ESTAR PSICOLÓGICO, AUTOESTIMA E DEPRESSÃO DA POPULAÇÃO DEFICIENTE

  • Célia Couto Agrupamento de Escolas de Barroselas

Resumo





O objetivo do presente estudo foi comparar por sexo, idade, tipo de incapacidade, tempo de incidência, duração da incapacidade, número de irmãos, prática de atividade física e a sua regularidade. As variáveis dependentes foram: bem-estar, autoestima e depressão em indivíduos com deficiência residentes no interior do norte de Portugal. A amostra consistiu em 36 indivíduos de ambos os sexos (19 homens: 17 mulheres) com idades compreendidas entre 18 e 54 anos. Os resultados mostraram que o bem-estar psicológico apresenta variações acentuadas de acordo com a duração da incapacidade (p = .02); Nível de atividade física na experiência negativa (p = .03); Para a faixa etária em afecções positivas (p = .04) e para o número de irmãos em afecções positivas (p = .03). Quanto à autoestima, não foram encontradas diferenças (p > .05). Várias diferenças foram encontradas no caso de presentes de depressão, nomeadamente: duração da deficiência ao nível da deficiência cognitiva (p = .03); Prática de atividade física ao nível da deficiência cognitiva (p = .01), afeta negativa (p = .05) e autoavaliação negativa (p = .01); Regularidade da atividade física ao nível da deficiência cognitiva (p = 0.01) e autoavaliação negativa (p = .02). Podemos concluir que, ao nível do bem-estar psicológico, a faixa etária, a duração da deficiência, a prática da atividade física e o número de irmãos apresentaram diferenças entre os grupos, mas não foram relacionadas ao sexo, ao tipo de deficiência, Tempo de incidência e regularidade da atividade.





Publicado
Set 8, 2017
Como citar
COUTO, Célia. CARACTERIZAÇÃO DO BEM-ESTAR PSICOLÓGICO, AUTOESTIMA E DEPRESSÃO DA POPULAÇÃO DEFICIENTE. PsychTech & Health Journal, [S.l.], v. 1, n. 1, p. 21-37, set. 2017. ISSN 2184-1004. Disponível em: <http://psychtech-journal.com/index.php/psychtech/article/view/psychtech-v1n1a03-2017>. Acesso em: 27 maio 2018. doi: http://dx.doi.org/10.26580/PTHJ.art3-2017.
Secção
Psicologia